Uma pequena ameaça!

Aniquilar os valores convencionais e atear fogo no estabelecido, destruir o velho, libertar as crianças dos nossos podres e vícios. Porque o que já existe não contenta mais; é lixo, descartável, obsoleto.
Diga adeus a sua varanda, seu controle remoto e ao yogurt dietético. Limpe esse sorriso da cara.
Como o cancêr que cresce enquanto você dorme, aparecemos como se não quisessemos nada, mas viemos quebrar paradigmas, reinventar a arte, o belo e a estética, subverter o comum. Dançar sobre as cinzas do mundo que você conhece. Cuspir na cara daquilo que você aprendeu a apreciar.
É a besta que rói o osso enquanto você folheia a revista e o mendigo que insiste em gargalhar quando sua família ergue mais um brinde ao aniversário da vovó e seus balões coloridos.
Tome um remédio, encoste a cabeça no sofá e estique as pernas que passa.
Só não feche os olhos. É a sujeira, é o barulho, é a angústia, é o enjôo.

Em breve as aguardadas camisetas e os posters em silk screen. |